Nós passamos a vida inteira tentando consertar erros; a maioria das vezes deixamos de fazer coisas por causa dos outros; temos medo, mas medo exatamente de que?
Não sei sinceramente eu não sei responder...
Acho que temos medo do novo; medo de ousar; medo de ser quem a gente realmente é por causa do pensamento alheio; medo de dar a cara à tapa e se arrepender depois.
Temos medo de muitas coisas; o medo sempre vai permear nossas vidas e nos amedrontando de várias e diversas formas, e só cabe a nós enfrentá-lo, não importa se sozinhos ou com uma mão amiga para te erguer; o importante é se levantar e seguir!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
E a pequena Jenny? Quem vai salvar?
Ela era uma boneca, daquelas que todas as crianças e até mesmo adultos desejavam ter.
Ela pertencia a Serena.
A vida de Serena era essa boneca, ela a chamava carinhosamente de pequena Jenny.
Jenny era perfeita!
Tinha o cabelo loiro, olhos azuis, pele branca como neve... enfim, era uma boneca.
Onde Serena a levava, Jenny era o centro das atenções, atraia olhares por onde passava.
Mas Serena foi crescendo... e Jenny foi ficando cada vez mais esquecida.
O tempo foi passando e Serena cresceu.
Ela não se importava mais em levar Jenny onde ia, não penteava mais os seus cabelos, não trocava mais sua roupinha...
Jenny foi jogada no fundo de um armário, nele eram guardados coisas inúteis como: sapatos que ficaram pequenos, alguns brinquedos quebrados, latas de tinta, moveis quebrados e coisas do tipo.
Jenny só tinha a companhia e algumas arranhas, que passaram a tecer teias em seus cabelos, os objetos inúteis que caíram por cima dela e a escuridão que era o que mais a assustava.
Serena, agora tinha outros interesses... e a pequena Jenny?
Ah, ela vai ficar bem... eu não sei.
Quem sabe?
Ela pertencia a Serena.
A vida de Serena era essa boneca, ela a chamava carinhosamente de pequena Jenny.
Jenny era perfeita!
Tinha o cabelo loiro, olhos azuis, pele branca como neve... enfim, era uma boneca.
Onde Serena a levava, Jenny era o centro das atenções, atraia olhares por onde passava.
Mas Serena foi crescendo... e Jenny foi ficando cada vez mais esquecida.
O tempo foi passando e Serena cresceu.
Ela não se importava mais em levar Jenny onde ia, não penteava mais os seus cabelos, não trocava mais sua roupinha...
Jenny foi jogada no fundo de um armário, nele eram guardados coisas inúteis como: sapatos que ficaram pequenos, alguns brinquedos quebrados, latas de tinta, moveis quebrados e coisas do tipo.
Jenny só tinha a companhia e algumas arranhas, que passaram a tecer teias em seus cabelos, os objetos inúteis que caíram por cima dela e a escuridão que era o que mais a assustava.
Serena, agora tinha outros interesses... e a pequena Jenny?
Ah, ela vai ficar bem... eu não sei.
Quem sabe?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Lembra-se do quão fácil era amar?
Hoje eu estava lembrando da minha infância.
Como era bom ser criança... não nos preocupávamos com problemas ou coisas do tipo.
A única coisa que tínhamos que fazer era: brincar, e nada mais!
Tudo era motivo para sorrir... eu ria de tudo, o meu sorriso era verdadeiro, havia um sentimento verdadeiro nele.
Eu passava o dia inteiro na rua com minhas amigas... bricavamos de tudo, e não nos importava se estava calor ou frio, nós estavamos lá nos divertindo, afinal nada nos abalava... éramos crianças.
Nas férias havia dias que eu acordava, tomava café e ia pra rua, só aparecia em casa, na hora em que minha mãe me chamava pra almoçar, eu comia rapidamente e saia de novo, e então só voltava de noite, mais especificamente: na hora do jantar, depois de comer eu tomava banho e ia dormir com um doce beijo de boa noite e ficava ansiando o amanhecer do dia, para poder brincar de novo.
E quando amanhecia era a mesma coisa, tinha dias em que meus pais também brincavam com a gente, nesses dias a minha alegria chegava em seu auge.
Eu sempre gostei desse tipo de coisa, amava ficar consertando coisas com o meu pai, consertávamos televisões, rádios, e o que tivesse quebrado nós dávamos um jeito de arrumar, eu adorava mexer no ferro de solda, as vezes ele brigava comigo porque eu ficava queimando a solda nova dele, eu adorava fazer aquilo...
Adorava também, ficar com minha mãe fazendo receitas na cozinha, adorava quando ela me deixava mexer na panela, e me sentia tão grande quando eu tinha a oportunidade de lavar alguns pratos, e ela também brigava comigo quando eu derrubava algo no chão e não queria limpar...
Era tão fácil se divertir, e agora, o que eu tenho?!
Eu vivo com um sorriso estampado na cara, eu resolvo problemas sozinha, eu nunca mais encostei numa ferramenta, eu reclamo quando tenho de lavar alguns pratos, eu sinto como se faltasse um pedaço dentro de mim que jamais voltará a ser preenchido, eu sinto saudades de tudo aquilo.
Meus pais não brigam mais comigo, por derrubar algo no chão ou queimar a solda nova... eles brigam comigo quando, eu não faço o que eles querem....
Eles não brincam mais com a gente na rua... eles trabalham o dia inteiro...
Eles não me dão mais o doce beijo de boa noite... eles dormem antes de mim...
Eles não estão mais juntos... se separaram...
Como era bom ser criança... não nos preocupávamos com problemas ou coisas do tipo.
A única coisa que tínhamos que fazer era: brincar, e nada mais!
Tudo era motivo para sorrir... eu ria de tudo, o meu sorriso era verdadeiro, havia um sentimento verdadeiro nele.
Eu passava o dia inteiro na rua com minhas amigas... bricavamos de tudo, e não nos importava se estava calor ou frio, nós estavamos lá nos divertindo, afinal nada nos abalava... éramos crianças.
Nas férias havia dias que eu acordava, tomava café e ia pra rua, só aparecia em casa, na hora em que minha mãe me chamava pra almoçar, eu comia rapidamente e saia de novo, e então só voltava de noite, mais especificamente: na hora do jantar, depois de comer eu tomava banho e ia dormir com um doce beijo de boa noite e ficava ansiando o amanhecer do dia, para poder brincar de novo.
E quando amanhecia era a mesma coisa, tinha dias em que meus pais também brincavam com a gente, nesses dias a minha alegria chegava em seu auge.
Eu sempre gostei desse tipo de coisa, amava ficar consertando coisas com o meu pai, consertávamos televisões, rádios, e o que tivesse quebrado nós dávamos um jeito de arrumar, eu adorava mexer no ferro de solda, as vezes ele brigava comigo porque eu ficava queimando a solda nova dele, eu adorava fazer aquilo...
Adorava também, ficar com minha mãe fazendo receitas na cozinha, adorava quando ela me deixava mexer na panela, e me sentia tão grande quando eu tinha a oportunidade de lavar alguns pratos, e ela também brigava comigo quando eu derrubava algo no chão e não queria limpar...
Era tão fácil se divertir, e agora, o que eu tenho?!
Eu vivo com um sorriso estampado na cara, eu resolvo problemas sozinha, eu nunca mais encostei numa ferramenta, eu reclamo quando tenho de lavar alguns pratos, eu sinto como se faltasse um pedaço dentro de mim que jamais voltará a ser preenchido, eu sinto saudades de tudo aquilo.
Meus pais não brigam mais comigo, por derrubar algo no chão ou queimar a solda nova... eles brigam comigo quando, eu não faço o que eles querem....
Eles não brincam mais com a gente na rua... eles trabalham o dia inteiro...
Eles não me dão mais o doce beijo de boa noite... eles dormem antes de mim...
Eles não estão mais juntos... se separaram...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Deixe a dor pra depois...
Esqueça-se das coisas que te aflige...
Esqueça-se te tudo que te faz mal, meu querido.
Esqueça-se do mundo!
Esqueça hoje, somente hoje.
Lembre-se de nós...
Lembre-se das coisas que te fazem bem.
Lembre-se mais de você mesmo, meu querido!
Esqueça-se te tudo que te faz mal, meu querido.
Esqueça-se do mundo!
Esqueça hoje, somente hoje.
Lembre-se de nós...
Lembre-se das coisas que te fazem bem.
Lembre-se mais de você mesmo, meu querido!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
E tudo aquilo me fez crescer.
Ainda lembro dos sorrisos, lembro perfeitamente de cada momento.
Ah, maldita saudade que me perturba diariamente.
Em pensar, que foi somente uma pessoa que acabou com tudo isso!
Sim, somente uma, ela poderia não ter nascido, ela poderia morar em outro lugar, ela simplesmente poderia morrer!
Não que eu seja cruel, ou algo do tipo, mas o que lhe custava deixar de existir?
Eu ainda teria a vida que eu sempre amei levar; teria a minha alegria inesgotável; teria os planos em teoria, para coloca-los em pratica futuramente; eu teria uma vida digna de ser chamada de digna.
Mas a tal pessoa acabou com tudo isso, acabou com os sonhos; acabou com as alegrias; acabou com tudo!
E pra que? Vai ver, ela gosta de acabar com coisas alheias ou algo que o valha.
Mal sabia ela, que em mim, ainda resta um pouquinho de esperança...
Esperança, que ela, se quer vai ver, mas vai deseja-la quando eu a ver, e, é melhor que ela tenha mesmo esperanças, mas somente a de continuar vivendo, coisa que eu não garanto depois de nos vermos.
Ah, maldita saudade que me perturba diariamente.
Em pensar, que foi somente uma pessoa que acabou com tudo isso!
Sim, somente uma, ela poderia não ter nascido, ela poderia morar em outro lugar, ela simplesmente poderia morrer!
Não que eu seja cruel, ou algo do tipo, mas o que lhe custava deixar de existir?
Eu ainda teria a vida que eu sempre amei levar; teria a minha alegria inesgotável; teria os planos em teoria, para coloca-los em pratica futuramente; eu teria uma vida digna de ser chamada de digna.
Mas a tal pessoa acabou com tudo isso, acabou com os sonhos; acabou com as alegrias; acabou com tudo!
E pra que? Vai ver, ela gosta de acabar com coisas alheias ou algo que o valha.
Mal sabia ela, que em mim, ainda resta um pouquinho de esperança...
Esperança, que ela, se quer vai ver, mas vai deseja-la quando eu a ver, e, é melhor que ela tenha mesmo esperanças, mas somente a de continuar vivendo, coisa que eu não garanto depois de nos vermos.
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