segunda-feira, 30 de maio de 2011

E eu não te encontrei

Estava frio, eu estava andando pela rua, sem destino, sabe sair por sair?

Então...

Resolvi sair pra ver se te encontrava, já que não tenho o seu endereço o que me restava era procurar... as ruas estavam vazias e pareciam nunca ter fim, assim como o que sinto por você.

Eu passava por algumas ruas com nomes estranhos, outras tinham o nome muito familiar, haviam casas bonitas, feias, grandes, pequenas... de todos os tipos, menos a sua.

Eu via pessoas muito diferentes, algumas me olhavam estranho, outras sequer me viam; algumas eram altas, outras baixas, algumas eram magras e outras estavam acima do peso... mas nenhuma delas era você.

Nada do que eu vi me lembrava você, e agora, a única coisa que posso fazer é continuar te procurando.

domingo, 27 de março de 2011

Gritos, luzes e risadas.

Foi tão engraçado a maneira como pudemos nos divertir ontem.
Ambos sorrindo ao som da nossa música.
Durante aquele momento pude esquecer tudo!
As pessoas nos olhavam torto, e dai?
Estávamos nos divertindo demais para nos importarmos com elas... Dançávamos como loucos, se é que aquilo poderia ser chamado de dança. Cada movimento, cada olhar, cada grito estará cravado em nossa memória eternamente!

E que continuemos: gritando, sorrindo e dançando.

sábado, 19 de março de 2011

Esquecer

Sabe aquela sensação de que algo está faltando?
Aquela sensação de que você, está faltando?
Os dias são longos, as horas não passam, o sofrimento parece não tem fim...
A sua foto do lado da minha cama já não me satisfaz mais, a música que me remete a você já deixei de escutar-la todos os dias, é, eu estou esquecendo de você.
Você já não visita mais os meus sonhos, não me vem a cabeça segundos antes de dormir, eu esqueci sua voz.
Deixei pra traz seu sorriso, e também as memórias que eu tinha de você, acredita, que até do seu olhar eu esqueci?
Pois é, eu não estou sofrendo de amnésia; eu somente aprendi a esquecer o que não me faz bem...

De quem eu estava falando mesmo?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Onde você escreve sua história?

Sim, eu vivo num conto de fadas...
Mas... nele não há príncipes encantados (eu queria que tivessem XD) e nem castelos.
Meu conto de fadas é real, vivo a vida como qualquer um,
na minha vida falta um pouco de dessa surrealidade toda, gosto do romantismo, das loucuras imaginárias que são descritas nesses contos...
Tenho vontade de ser a princesa em perigo, de amar loucamente e ser feliz pra sempre!
Queria morar num castelo, ter o valor de uma pessoa conhecida, então, somente assim, eu jamais seria esquecida!
No nosso conto de fadas (incluo você pois, quero compartilhar isso com alguém) podemos ser quem a gente quiser, embora muitas vezes nós deixamos de ser os protagonistas e nos tornamos os coadjuvantes de nossa própria história, e tudo isso por causa de quê?
Deixa que eu respondo!
Por causa dos outros; nós muitas vezes vivemos única e exclusivamente para os outros, você já parou e se perguntou quantas vezes deixou de fazer algo por medo do que iriam pensar, falar ou até mesmo dizer para os outros sobre você?
Claro que sim!
Todos pelo menos alguma vez na vida, já passaram por isso, então, não se preocupe.
Seja o protagonista da sua história e faça o seu conto de fadas se tornar real, não tenha medo de mostrar ao mundo quem é você, ame loucamente e viva intensamente!!!

Quem nunca desejou algo?

Quando eu era criança tinha vários sonhos... um deles, era de ser professora, sempre achei muito interessante poder ensinar os outros, mas cresci e isso mudou, não tenho mais vontade alguma de ensinar os outros, afinal passei a odiar humanos... - parece meio estranho, mas é verdade - sei lá não tenho como verbalizar exatamente isso que sinto, sei que não é um sentimento bom... me sinto até hipócrita dizendo que amo alguém, há poucas pessoas que escapam desse meu ódio, quem sabe você que está lendo não seja uma delas?

domingo, 13 de março de 2011

Não me peça para dizer o que sinto por você
Pra mim, é muito complicado explicar
E embora você queira saber
Sei que nunca vou poder te contar

sexta-feira, 4 de março de 2011

Friedrich Nietzsche

"Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia…"

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O que é ter medo?

Nós passamos a vida inteira tentando consertar erros; a maioria das vezes deixamos de fazer coisas por causa dos outros; temos medo, mas medo exatamente de que?
Não sei sinceramente eu não sei responder...
Acho que temos medo do novo; medo de ousar; medo de ser quem a gente realmente é por causa do pensamento alheio; medo de dar a cara à tapa e se arrepender depois.
Temos medo de muitas coisas; o medo sempre vai permear nossas vidas e nos amedrontando de várias e diversas formas, e só cabe a nós enfrentá-lo, não importa se sozinhos ou com uma mão amiga para te erguer; o importante é se levantar e seguir!


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

E a pequena Jenny? Quem vai salvar?

Ela era uma boneca, daquelas que todas as crianças e até mesmo adultos desejavam ter.
Ela pertencia a Serena.
A vida de Serena era essa boneca, ela a chamava carinhosamente de pequena Jenny.
Jenny era perfeita!
Tinha o cabelo loiro, olhos azuis, pele branca como neve... enfim, era uma boneca.
Onde Serena a levava, Jenny era o centro das atenções, atraia olhares por onde passava.
Mas Serena foi crescendo... e Jenny foi ficando cada vez mais esquecida.

O tempo foi passando e Serena cresceu.
Ela não se importava mais em levar Jenny onde ia, não penteava mais os seus cabelos, não trocava mais sua roupinha...
Jenny foi jogada no fundo de um armário, nele eram guardados coisas inúteis como: sapatos que ficaram pequenos, alguns brinquedos quebrados, latas de tinta, moveis quebrados e coisas do tipo.
Jenny só tinha a companhia e algumas arranhas, que passaram a tecer teias em seus cabelos, os objetos inúteis que caíram por cima dela e a escuridão que era o que mais a assustava.

Serena, agora tinha outros interesses... e a pequena Jenny?
Ah, ela vai ficar bem... eu não sei.
Quem sabe?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Lembra-se do quão fácil era amar?

Hoje eu estava lembrando da minha infância.
Como era bom ser criança... não nos preocupávamos com problemas ou coisas do tipo.
A única coisa que tínhamos que fazer era: brincar, e nada mais!
Tudo era motivo para sorrir... eu ria de tudo, o meu sorriso era verdadeiro, havia um sentimento verdadeiro nele.
Eu passava o dia inteiro na rua com minhas amigas... bricavamos de tudo, e não nos importava se estava calor ou frio, nós estavamos lá nos divertindo, afinal nada nos abalava... éramos crianças.
Nas férias havia dias que eu acordava, tomava café e ia pra rua, só aparecia em casa, na hora em que minha mãe me chamava pra almoçar, eu comia rapidamente e saia de novo, e então só voltava de noite, mais especificamente: na hora do jantar, depois de comer eu tomava banho e ia dormir com um doce beijo de boa noite e ficava ansiando o amanhecer do dia, para poder brincar de novo.
E quando amanhecia era a mesma coisa, tinha dias em que meus pais também brincavam com a gente, nesses dias a minha alegria chegava em seu auge.
Eu sempre gostei desse tipo de coisa, amava ficar consertando coisas com o meu pai, consertávamos televisões, rádios, e o que tivesse quebrado nós dávamos um jeito de arrumar, eu adorava mexer no ferro de solda, as vezes ele brigava comigo porque eu ficava queimando a solda nova dele, eu adorava fazer aquilo...
Adorava também, ficar com minha mãe fazendo receitas na cozinha, adorava quando ela me deixava mexer na panela, e me sentia tão grande quando eu tinha a oportunidade de lavar alguns pratos, e ela também brigava comigo quando eu derrubava algo no chão e não queria limpar...

Era tão fácil se divertir, e agora, o que eu tenho?!

Eu vivo com um sorriso estampado na cara, eu resolvo problemas sozinha, eu nunca mais encostei numa ferramenta, eu reclamo quando tenho de lavar alguns pratos, eu sinto como se faltasse um pedaço dentro de mim que jamais voltará a ser preenchido, eu sinto saudades de tudo aquilo.
Meus pais não brigam mais comigo, por derrubar algo no chão ou queimar a solda nova... eles brigam comigo quando, eu não faço o que eles querem....
Eles não brincam mais com a gente na rua... eles trabalham o dia inteiro...
Eles não me dão mais o doce beijo de boa noite... eles dormem antes de mim...
Eles não estão mais juntos... se separaram...


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Deixe a dor pra depois...

Esqueça-se das coisas que te aflige...
Esqueça-se te tudo que te faz mal, meu querido.
Esqueça-se do mundo!

Esqueça hoje, somente hoje.

Lembre-se de nós...
Lembre-se das coisas que te fazem bem.
Lembre-se mais de você mesmo, meu querido!


domingo, 6 de fevereiro de 2011

E tudo aquilo me fez crescer.

Ainda lembro dos sorrisos, lembro perfeitamente de cada momento.
Ah, maldita saudade que me perturba diariamente.
Em pensar, que foi somente uma pessoa que acabou com tudo isso!
Sim, somente uma, ela poderia não ter nascido, ela poderia morar em outro lugar, ela simplesmente poderia morrer!
Não que eu seja cruel, ou algo do tipo, mas o que lhe custava deixar de existir?
Eu ainda teria a vida que eu sempre amei levar; teria a minha alegria inesgotável; teria os planos em teoria, para coloca-los em pratica futuramente; eu teria uma vida digna de ser chamada de digna.
Mas a tal pessoa acabou com tudo isso, acabou com os sonhos; acabou com as alegrias; acabou com tudo!
E pra que? Vai ver, ela gosta de acabar com coisas alheias ou algo que o valha.
Mal sabia ela, que em mim, ainda resta um pouquinho de esperança...
Esperança, que ela, se quer vai ver, mas vai deseja-la quando eu a ver, e, é melhor que ela tenha mesmo esperanças, mas somente a de continuar vivendo, coisa que eu não garanto depois de nos vermos.


domingo, 30 de janeiro de 2011

"Eu sei que posso estar errada mas, fico feliz em te ver assim."

O título resume por si próprio o que estou sentindo.
Não, hoje não vou devanear por aqui.
Vou somente desabafar.
É... apesar de não ser pra mim o que você escreve, de não ser pra mim o seu amor e apesar de não ser, a minha presença que você tanto ânsia...
Eu me sinto feliz por você.
Queria poder te falar isso, mas... como eu já disse: não posso!


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lágrimas, tristeza... você.

Tinha mesmo que ser você, o causador de toda essa dor!
Não poderia ser diferente...
Tinha mesmo de ser assim, eu sei!
Fui eu que comecei com toda essa história, não, eu não queria ter que te culpar, mas... não consigo encontrar outra pessoa, que seja causadora dessa maldita dor que estou sentindo agora, senão você!
Não haverá remédio, não haverá outra pessoa, não haverá amor que não seja o seu, que cure isso.
E não se importe com meus olhos, prometo que eles ficarão inteiros, até que você venha.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Rotina.

Dou uma olhadinha no relógio: 02:30 da tarde, calor insuportável!
Metrô quase cheio, dou sorte de estar sentada, - próxima estação: Tiradentes.
Na minha direita: uma idosa, deve ter uns 75 anos, me admira sua capacidade de conseguir sair sozinha de casa.
Na minha frente: um casal de namorados, pelo que eu pude perceber: muito apaixonados.
Atrás de mim: duas mulheres de meia idade, se quer pude ver o rosto delas.
À minha esquerda: à janela, nela vejo um pouco de tudo, vejo: casas; prédios; pessoas; carros; muros altos e toda a sordidez da cidade.
Algumas coisas me alegram, outras nem tanto, não consigo me concentrar nos meus pensamentos por conta do calor.
Tiro da bolsa que sempre carrego comigo, uma garrafa de água, nem está mais gelada, mas mata a sede que eu sentia.
Ainda faltam algumas estações, aproveito um pouco mais o sortilégio de estar na janela.
Ah, finalmente consegui me concentrar nos meus pensamentos.
Claro! Você está neles, isso não poderia ser diferente... eu sinto minha boca se entortando, você é cada vez mais nítido, quando olho pro lado, a tal velhinha está me olhando com olhos arregalados, ai então percebo que eu estava com um sorriso de orelha a orelha.
É sempre assim que fico quando estou com você.
Ignoro os olhares e continuo sonhando acordada.
De repente ouço: - próxima estação: Tucuruvi.
Pulo do banco, é minha estação, dou uma olhada a minha volta, e não vejo mais ninguém, das quais eu havia citado.
Saio do metrô, compro uns pães de queijo, como faço de costume, e quando estou indo pro ponto te encontro, você me faz um convite, e eu aceito, e então vamos embora.

Eu não preciso terminar detalhadamente o fim disso, deixe que sua imaginação faça isso por você.




Será?

E você resolveu dar o ar de sua graça vindo me visitar...
Até agora não entendi o porquê de sua visita.
Será que você ainda pensa em nós?
Será que você ainda sente por mim o que eu ainda sinto por você?
Será?
Pode ser tanta coisa...
Será que eu posso ter você aqui comigo somente essa noite?
Será?


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ostenta ser feliz...

Sabe quando você cansa?
Pois é, cansei.
Cansei de você, das suas conversas, de seus sonhos, das suas promessas e também da sua embriagues.
Não, não venha me julgar, você não tem permissão pra isso.
Você sempre se mostrou dependente de mim, você se contenta em pegar as migalhas do que sobrou de nós e do nosso passado.
Sabe quando você passa o dia inteiro regado a algo amargo que por muitas vezes parece não ter gosto algum?
Pois então, estes últimos meses tem sido assim... você está me fazendo sentir assim!
Se lembra quando você me dizia durante as noite que passávamos juntos, que eu era muito inocente; como se você já tivesse vivido toda à vida que ainda lhe resta viver.
Cansei da sua maldita hipocrisia; esse sorriso falso que você leva consigo em seu rosto de plástico.
Cansei de tudo isso, se você quiser me procurar... saberá onde me encontrar.


66º devaneio .

Sabe, estes dias eu estava pensando...
Eu gosto tanto, mais tanto de você, que eu vou ter de abandonar este sentimento.
Já está me fazendo muito mal, você é como uma droga insaciável...
Eu me viciei, e agora não consigo parar.
Você me faz sentir tão bem, mas pouco depois começo a sentir os efeitos colaterais.
E dói muito, sabe?
Você pode continuar com suas noitadas; com suas conversas insanas quando está com seus amigos e com tudo mais o que você gosta.
Não vou me drogar mais, por enquanto, não com você.
Siga o seu destino e não se preocupe comigo.
E se perguntarem de mim, ah... finja que eu nunca existi pra você.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tente aproveitar o que lhe sobra Jenny, siga em frente!

Ah, Jenny... o que você está procurando?
Sabes que não vai encontrar, pelo menos, não aqui.
Você está sentindo-se culpada, não é?
Pare com isso, a culpa vem de ambas as partes, e você, é somente uma delas.
Preocupe-se menos, e tente viver um pouco mais.
Você sabe, mas não quer admitir, a vida é passageira!
E você sabe qual é a sua lição de casa, certo?
Então faça-a.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Se não estivesse chovendo...

Eram 5 e alguma coisa da madrugada, chovia muito.
Acordei, assustada! Lógico, você gritava tanto, que até uma pedra poderia acordar!
Me dirigi até a janela que apesar de velha, ainda abria.
Olhei para baixo e me deparei com um garoto todo ensopado.
Não poderia ser ninguém menos que você!
Num instante peguei as chaves que abriam a porta e desci.
Instantes depois eu e você já estávamos no sofá da minha sala, você falava como um louco, dizia repetidas vezes que me amava!
Não havia outra explicação, você estava bêbado, de novo!
Não querendo agir como uma carrasca, deixei que você dormisse no sofá, com a condição de ir embora logo que amanhecesse, combinado!
Fui pra minha cama e voltei a dormir.
Mal adormeci e já acordo sendo abraçada por você, não resisti e retribui o seu abraço.
Você me beijou, e nem preciso dizer que devolvi o seu beijo acompanhado de vários outros.
Não é preciso ter uma imaginação muito aflorada, pra saber a continuação disso... que não poderia ser diferente, já que ambos nos amamos.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Eu não posso citar o seu nome...

Eu poderia, te dizer o que sinto, eu poderia te mandar um recado ou algo do tipo, eu poderia, de diversas e variadas formas me comunicar com você, sim eu poderia!
Mas sabe o que é pior?
EU NÃO POSSO!
É essa contradição que me deixa maluca, é ela que as vezes, me deixa por longas noites sem dormir... sabe fazendo o que?!
Pensando em você, e como seria se você fizesse parte da minha vida!
Tem horas que eu quero me matar de tanto ódio, tem horas que eu quero te matar, por gostar tanto de você!
Aos meus olhos você é perfeito!
Sabe? Eu já me conformei com diversas coisas... e não ter você faz parte delas.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Você

Havia acabado de amanhecer, eu estava sentada numa calçada qualquer, estava frio, estava muito frio, eu esperava por alguém, não sei ao certo quem, mas eu o esperava, não tinha nada no estômago nem nos bolsos, entretanto minha cabeça estava cheia, cheia de pensamentos, cheia de sonhos e de muitas outras coisas que aqui não posso verbalizar, eu estava ali sentada há muito tempo, não importa quanto, quando finalmente ele apareceu, seu semblante me era muito familiar, tinha traços perfeitos, pele pálida, cabelo e olhos escuros. Levantei-me e fui embora com ele, sem ao menos saber para onde ele me guiaria.