O título resume por si próprio o que estou sentindo.
Não, hoje não vou devanear por aqui.
Vou somente desabafar.
É... apesar de não ser pra mim o que você escreve, de não ser pra mim o seu amor e apesar de não ser, a minha presença que você tanto ânsia...
Eu me sinto feliz por você.
Queria poder te falar isso, mas... como eu já disse: não posso!
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Lágrimas, tristeza... você.
Tinha mesmo que ser você, o causador de toda essa dor!
Não poderia ser diferente...
Tinha mesmo de ser assim, eu sei!
Fui eu que comecei com toda essa história, não, eu não queria ter que te culpar, mas... não consigo encontrar outra pessoa, que seja causadora dessa maldita dor que estou sentindo agora, senão você!
Não haverá remédio, não haverá outra pessoa, não haverá amor que não seja o seu, que cure isso.
E não se importe com meus olhos, prometo que eles ficarão inteiros, até que você venha.
Não poderia ser diferente...
Tinha mesmo de ser assim, eu sei!
Fui eu que comecei com toda essa história, não, eu não queria ter que te culpar, mas... não consigo encontrar outra pessoa, que seja causadora dessa maldita dor que estou sentindo agora, senão você!
Não haverá remédio, não haverá outra pessoa, não haverá amor que não seja o seu, que cure isso.
E não se importe com meus olhos, prometo que eles ficarão inteiros, até que você venha.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Rotina.
Dou uma olhadinha no relógio: 02:30 da tarde, calor insuportável!
Metrô quase cheio, dou sorte de estar sentada, - próxima estação: Tiradentes.
Na minha direita: uma idosa, deve ter uns 75 anos, me admira sua capacidade de conseguir sair sozinha de casa.
Na minha frente: um casal de namorados, pelo que eu pude perceber: muito apaixonados.
Atrás de mim: duas mulheres de meia idade, se quer pude ver o rosto delas.
À minha esquerda: à janela, nela vejo um pouco de tudo, vejo: casas; prédios; pessoas; carros; muros altos e toda a sordidez da cidade.
Algumas coisas me alegram, outras nem tanto, não consigo me concentrar nos meus pensamentos por conta do calor.
Tiro da bolsa que sempre carrego comigo, uma garrafa de água, nem está mais gelada, mas mata a sede que eu sentia.
Ainda faltam algumas estações, aproveito um pouco mais o sortilégio de estar na janela.
Ah, finalmente consegui me concentrar nos meus pensamentos.
Claro! Você está neles, isso não poderia ser diferente... eu sinto minha boca se entortando, você é cada vez mais nítido, quando olho pro lado, a tal velhinha está me olhando com olhos arregalados, ai então percebo que eu estava com um sorriso de orelha a orelha.
É sempre assim que fico quando estou com você.
Ignoro os olhares e continuo sonhando acordada.
De repente ouço: - próxima estação: Tucuruvi.
Pulo do banco, é minha estação, dou uma olhada a minha volta, e não vejo mais ninguém, das quais eu havia citado.
Saio do metrô, compro uns pães de queijo, como faço de costume, e quando estou indo pro ponto te encontro, você me faz um convite, e eu aceito, e então vamos embora.
Eu não preciso terminar detalhadamente o fim disso, deixe que sua imaginação faça isso por você.
Metrô quase cheio, dou sorte de estar sentada, - próxima estação: Tiradentes.
Na minha direita: uma idosa, deve ter uns 75 anos, me admira sua capacidade de conseguir sair sozinha de casa.
Na minha frente: um casal de namorados, pelo que eu pude perceber: muito apaixonados.
Atrás de mim: duas mulheres de meia idade, se quer pude ver o rosto delas.
À minha esquerda: à janela, nela vejo um pouco de tudo, vejo: casas; prédios; pessoas; carros; muros altos e toda a sordidez da cidade.
Algumas coisas me alegram, outras nem tanto, não consigo me concentrar nos meus pensamentos por conta do calor.
Tiro da bolsa que sempre carrego comigo, uma garrafa de água, nem está mais gelada, mas mata a sede que eu sentia.
Ainda faltam algumas estações, aproveito um pouco mais o sortilégio de estar na janela.
Ah, finalmente consegui me concentrar nos meus pensamentos.
Claro! Você está neles, isso não poderia ser diferente... eu sinto minha boca se entortando, você é cada vez mais nítido, quando olho pro lado, a tal velhinha está me olhando com olhos arregalados, ai então percebo que eu estava com um sorriso de orelha a orelha.
É sempre assim que fico quando estou com você.
Ignoro os olhares e continuo sonhando acordada.
De repente ouço: - próxima estação: Tucuruvi.
Pulo do banco, é minha estação, dou uma olhada a minha volta, e não vejo mais ninguém, das quais eu havia citado.
Saio do metrô, compro uns pães de queijo, como faço de costume, e quando estou indo pro ponto te encontro, você me faz um convite, e eu aceito, e então vamos embora.
Eu não preciso terminar detalhadamente o fim disso, deixe que sua imaginação faça isso por você.
Será?
E você resolveu dar o ar de sua graça vindo me visitar...
Até agora não entendi o porquê de sua visita.
Será que você ainda pensa em nós?
Será que você ainda sente por mim o que eu ainda sinto por você?
Será?
Pode ser tanta coisa...
Será que eu posso ter você aqui comigo somente essa noite?
Será?
Até agora não entendi o porquê de sua visita.
Será que você ainda pensa em nós?
Será que você ainda sente por mim o que eu ainda sinto por você?
Será?
Pode ser tanta coisa...
Será que eu posso ter você aqui comigo somente essa noite?
Será?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Ostenta ser feliz...
Sabe quando você cansa?
Pois é, cansei.
Cansei de você, das suas conversas, de seus sonhos, das suas promessas e também da sua embriagues.
Não, não venha me julgar, você não tem permissão pra isso.
Você sempre se mostrou dependente de mim, você se contenta em pegar as migalhas do que sobrou de nós e do nosso passado.
Sabe quando você passa o dia inteiro regado a algo amargo que por muitas vezes parece não ter gosto algum?
Pois então, estes últimos meses tem sido assim... você está me fazendo sentir assim!
Se lembra quando você me dizia durante as noite que passávamos juntos, que eu era muito inocente; como se você já tivesse vivido toda à vida que ainda lhe resta viver.
Cansei da sua maldita hipocrisia; esse sorriso falso que você leva consigo em seu rosto de plástico.
Cansei de tudo isso, se você quiser me procurar... saberá onde me encontrar.
Pois é, cansei.
Cansei de você, das suas conversas, de seus sonhos, das suas promessas e também da sua embriagues.
Não, não venha me julgar, você não tem permissão pra isso.
Você sempre se mostrou dependente de mim, você se contenta em pegar as migalhas do que sobrou de nós e do nosso passado.
Sabe quando você passa o dia inteiro regado a algo amargo que por muitas vezes parece não ter gosto algum?
Pois então, estes últimos meses tem sido assim... você está me fazendo sentir assim!
Se lembra quando você me dizia durante as noite que passávamos juntos, que eu era muito inocente; como se você já tivesse vivido toda à vida que ainda lhe resta viver.
Cansei da sua maldita hipocrisia; esse sorriso falso que você leva consigo em seu rosto de plástico.
Cansei de tudo isso, se você quiser me procurar... saberá onde me encontrar.
66º devaneio .
Sabe, estes dias eu estava pensando...
Eu gosto tanto, mais tanto de você, que eu vou ter de abandonar este sentimento.
Já está me fazendo muito mal, você é como uma droga insaciável...
Eu me viciei, e agora não consigo parar.
Você me faz sentir tão bem, mas pouco depois começo a sentir os efeitos colaterais.
E dói muito, sabe?
Você pode continuar com suas noitadas; com suas conversas insanas quando está com seus amigos e com tudo mais o que você gosta.
Não vou me drogar mais, por enquanto, não com você.
Siga o seu destino e não se preocupe comigo.
E se perguntarem de mim, ah... finja que eu nunca existi pra você.
Eu gosto tanto, mais tanto de você, que eu vou ter de abandonar este sentimento.
Já está me fazendo muito mal, você é como uma droga insaciável...
Eu me viciei, e agora não consigo parar.
Você me faz sentir tão bem, mas pouco depois começo a sentir os efeitos colaterais.
E dói muito, sabe?
Você pode continuar com suas noitadas; com suas conversas insanas quando está com seus amigos e com tudo mais o que você gosta.
Não vou me drogar mais, por enquanto, não com você.
Siga o seu destino e não se preocupe comigo.
E se perguntarem de mim, ah... finja que eu nunca existi pra você.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Tente aproveitar o que lhe sobra Jenny, siga em frente!
Ah, Jenny... o que você está procurando?
Sabes que não vai encontrar, pelo menos, não aqui.
Você está sentindo-se culpada, não é?
Pare com isso, a culpa vem de ambas as partes, e você, é somente uma delas.
Preocupe-se menos, e tente viver um pouco mais.
Você sabe, mas não quer admitir, a vida é passageira!
E você sabe qual é a sua lição de casa, certo?
Então faça-a.
Sabes que não vai encontrar, pelo menos, não aqui.
Você está sentindo-se culpada, não é?
Pare com isso, a culpa vem de ambas as partes, e você, é somente uma delas.
Preocupe-se menos, e tente viver um pouco mais.
Você sabe, mas não quer admitir, a vida é passageira!
E você sabe qual é a sua lição de casa, certo?
Então faça-a.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Se não estivesse chovendo...
Eram 5 e alguma coisa da madrugada, chovia muito.
Acordei, assustada! Lógico, você gritava tanto, que até uma pedra poderia acordar!
Me dirigi até a janela que apesar de velha, ainda abria.
Olhei para baixo e me deparei com um garoto todo ensopado.
Não poderia ser ninguém menos que você!
Num instante peguei as chaves que abriam a porta e desci.
Instantes depois eu e você já estávamos no sofá da minha sala, você falava como um louco, dizia repetidas vezes que me amava!
Não havia outra explicação, você estava bêbado, de novo!
Não querendo agir como uma carrasca, deixei que você dormisse no sofá, com a condição de ir embora logo que amanhecesse, combinado!
Fui pra minha cama e voltei a dormir.
Mal adormeci e já acordo sendo abraçada por você, não resisti e retribui o seu abraço.
Você me beijou, e nem preciso dizer que devolvi o seu beijo acompanhado de vários outros.
Não é preciso ter uma imaginação muito aflorada, pra saber a continuação disso... que não poderia ser diferente, já que ambos nos amamos.
Acordei, assustada! Lógico, você gritava tanto, que até uma pedra poderia acordar!
Me dirigi até a janela que apesar de velha, ainda abria.
Olhei para baixo e me deparei com um garoto todo ensopado.
Não poderia ser ninguém menos que você!
Num instante peguei as chaves que abriam a porta e desci.
Instantes depois eu e você já estávamos no sofá da minha sala, você falava como um louco, dizia repetidas vezes que me amava!
Não havia outra explicação, você estava bêbado, de novo!
Não querendo agir como uma carrasca, deixei que você dormisse no sofá, com a condição de ir embora logo que amanhecesse, combinado!
Fui pra minha cama e voltei a dormir.
Mal adormeci e já acordo sendo abraçada por você, não resisti e retribui o seu abraço.
Você me beijou, e nem preciso dizer que devolvi o seu beijo acompanhado de vários outros.
Não é preciso ter uma imaginação muito aflorada, pra saber a continuação disso... que não poderia ser diferente, já que ambos nos amamos.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Eu não posso citar o seu nome...
Eu poderia, te dizer o que sinto, eu poderia te mandar um recado ou algo do tipo, eu poderia, de diversas e variadas formas me comunicar com você, sim eu poderia!
Mas sabe o que é pior?
EU NÃO POSSO!
É essa contradição que me deixa maluca, é ela que as vezes, me deixa por longas noites sem dormir... sabe fazendo o que?!
Pensando em você, e como seria se você fizesse parte da minha vida!
Tem horas que eu quero me matar de tanto ódio, tem horas que eu quero te matar, por gostar tanto de você!
Aos meus olhos você é perfeito!
Sabe? Eu já me conformei com diversas coisas... e não ter você faz parte delas.
Mas sabe o que é pior?
EU NÃO POSSO!
É essa contradição que me deixa maluca, é ela que as vezes, me deixa por longas noites sem dormir... sabe fazendo o que?!
Pensando em você, e como seria se você fizesse parte da minha vida!
Tem horas que eu quero me matar de tanto ódio, tem horas que eu quero te matar, por gostar tanto de você!
Aos meus olhos você é perfeito!
Sabe? Eu já me conformei com diversas coisas... e não ter você faz parte delas.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Você
Havia acabado de amanhecer, eu estava sentada numa calçada qualquer, estava frio, estava muito frio, eu esperava por alguém, não sei ao certo quem, mas eu o esperava, não tinha nada no estômago nem nos bolsos, entretanto minha cabeça estava cheia, cheia de pensamentos, cheia de sonhos e de muitas outras coisas que aqui não posso verbalizar, eu estava ali sentada há muito tempo, não importa quanto, quando finalmente ele apareceu, seu semblante me era muito familiar, tinha traços perfeitos, pele pálida, cabelo e olhos escuros. Levantei-me e fui embora com ele, sem ao menos saber para onde ele me guiaria.
Assinar:
Postagens (Atom)